SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ao mesmo tempo em que tentam resgatar sobreviventes do terremoto de magnitude 7,7 que atingiu Mianmar, no Sudeste Asiático, na sexta-feira (28), moradores e socorristas convivem com ataques aéreos realizados pelo próprio Exército. As ofensivas da guerra civil não foram interrompidas após o tremor, um dos maiores a atingir a nação, deixar mais de 1.700 mortos, segundo a junta militar que governa o país.
Diplomacia brasileira nega crise e fala em “resgate” com a Ucrânia
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